Soluções de tecnologia e infraestrutura digital para empresas, cidades e nações.
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data centers
implementados no Brasil
e em 12 países da América Latina
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IoCs implementados no Brasil
e em 12 países da
América Latina
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22 milhões
de horas de Serviços
Continuados com
99,999% (Tier IV) de
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colaboradores dedicados
à operação de
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R$ 3 bilhões
de projetos
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Nossas Soluções
Infraestrutura de TI
On & Off Premise
IoT & IoC
Solutions
Green Efficiency & IT
Perfomance Services
Serviços
Especializados
Serviços
Continuados
Available. Efficient. Sustainable.
Até 2025, o mundo produzirá estimadamente 175 zettabytes de dados, os quais precisarão do suporte de uma completa infraestrutura de TI. Com os parâmetros atuais de crescimento, o consumo energético da infraestrutura digital será o responsável por 1/5 do uso global de energia.
A green4T acredita e promove a mudança de paradigmas, atrelando os conceitos de sustentabilidade e eficiência. Por isso, a empresa criará soluções de infraestrutura de baixa impacto energético, com PUE máximo de 1,5, para que, nos próximos 10 anos, a iniciativa possa reduzir 60% da energia consumida por todos os data centers na América Latina. A energia poupada neste processo poderá causar impacto de 67 TWh - energia suficiente para iluminar 3 milhões de residências.
Insights
Cidades Inteligentes
Novas dinâmicas, novos movimentos
Jun de 2020
Cidades e centros urbanos têm sido, ao longo da História, o núcleo de pandemias e crises sanitárias. Mas também são, indiscutivelmente, o epicentro da criatividade e da inovação. Se a pandemia do coronavírus pode alterar a vida nas cidades, é também nelas que se encontram as respostas para uma nova dinâmica de trabalho, de deslocamento, de relações comerciais e sociais.
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Cidades Inteligentes
Intelligent Operation Center – IoC: o cérebro das operações complexas
Jun de 2020
Um relatório da McKinsey Global Institute prevê que, até 2025, a internet das coisas (IoT) terá um impacto econômico de US$ 3,9 trilhões a US$ 11,1 trilhões. Estima-se que, a cada segundo, 127 novos aparelhos se conectam à internet no mundo. Estes dispositivos geram um volume de dados colossal. O IDC estima que, em 2025, teremos 41.6 bilhões de dispositivos conectados. Estes dispositivos, ou “coisas”, serão responsáveis pela geração de 79.4 zettabytes de dados.
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Cidades Inteligentes
greenTalks - Episódio 1
Jun de 2020
Em nosso podcast, Roberto Speicys, da Scipopulis, explica como analisar, com dados, as diferentes demandas surgidas com a pandemia pode ajudar gestores a se adaptar melhor A primeira edição do nosso novo podcast, o greenTalks, traz uma conversa com Roberto Speicys, cofundador e CEO da Scipopulis, sobre as transformações na mobilidade urbana com o enfrentamento à pandemia de coronavírus. Para Speicys, com as oscilações na demanda por transporte público por conta dos períodos de isolamento social e quarentena, o sistema vai ter de se adaptar rapidamente para regular a oferta para os cidadãos. Além disso, as pessoas tendem a buscar novas alternativas para se locomover e, com a necessidade de distanciamento, os modais individuais e pouco poluentes, como a bicicleta, ganham força. Acompanhe a íntegra da entrevista: Flávia Tavares: Oi, pessoal, tudo bem? Eu me chamo Flávia Tavares e eu sou jornalista na green4T. Hoje, nós vamos estrear o nosso podcast, o greentalks. É mais um canal de comunicação e conteúdo da green4T pra gente conversar. Esse podcast vai estar no Spotify, no nosso canal do YouTube e vai ser divulgado nas nossas redes sociais e também pelo WhatsApp. Para essa nossa primeira edição, vamos bater um papo com o Roberto Speicys, cofundador e CEO da Scipopulis. Nós vamos falar sobre as mudanças na mobilidade urbana com esses desafios que estamos vivendo com a pandemia do coronavírus. Oi, Roberto, tudo bem? Roberto Speicys: Oi, Flávia, tudo bom? Obrigado pelo convite para estar na primeira edição do podcast. Flávia: Eu que agradeço. A gente pensou em bater um papo hoje sobre as mudanças na mobilidade urbana. Com esses desafios todos que a gente está vivendo com a pandemia do coronavirus, dá para imaginar que muitas mudanças vão acontecer. E a da mobilidade urbana, a da vida nas cidades, é uma das que devem impactar muito a nossa vida. O que você acha que vai mudar, principalmente conforme as cidades começam a planejar essa retomada das atividades para daqui algum tempo? Speicys: Olha, Flávia, tem muita pergunta ainda, né? Está todo mundo tentando descobrir como se adaptar e como operar a rede de transporte nessa situação. Mas tem algumas certezas. Um dos problemas que afetaram as redes de transporte público é que essas redes são normalmente planejadas em cima de pesquisas que as prefeituras e as empresas que operam ônibus fazem para saber como as pessoas se movimentam na cidade. Elas têm que saber para onde as pessoas estão querendo ir, de onde elas vêm e se faz uma pesquisa grande. Em cima do resultado dessa pesquisa, você monta uma rede que atenda essa demanda de viagem, essa vontade de as pessoas se locomoverem. O que aconteceu agora com a pandemia? Todo mundo ficou em quarentena, muita gente que pôde trabalhar em home office trabalhou de casa. Mas, por outro lado, tem muita gente que tem que continuar trabalhando, gente que trabalha em serviços essenciais e teve de continuar indo para o trabalho. E o que acontece é que essa demanda que existia e para a qual a rede tinha sido planejada mudou totalmente. E ela mudou para uma demanda que ninguém sabe qual é direito, ninguém nunca pensou nisso. Nunca se planejou uma situação em que 70% das pessoas iam parar de usar transporte público e 30% iam usar, que é o que está acontecendo aqui em São Paulo durante a quarentena. Isso cria um monte de desafios, né? Porque a rede de transporte não está acostumada a se adaptar tão rapidamente a mudanças. Uma tendência que vai ter para o transporte no futuro é é que você vai ter demandas novas surgindo. Perfis de movimentação na cidade diferentes surgindo frequentemente. Então, você perguntou do cenário de retomada. A retomada que a gente está vendo e imaginando, que os governantes estão propondo, é uma retomada gradual. Alguns comércios e alguns serviços voltando aos poucos e outros ainda não, parados. Então, escolas voltam depois, restaurantes... Esse problema da demanda desconhecida ele vai só aumentar, porque a cada fase de retorno à normalidade é uma nova demanda desconhecida que vai aparecer na cidade de transporte e a rede vai ter que se adaptar. Para você ter ideia, a pesquisa de origem e destino aqui em São Paulo é feita a cada 10 anos. Então, a rede de transporte se adapta a cada 10 anos, mais ou menos, a uma nova demanda. E o que a gente está tendo agora são novos cenários de demanda mensais, ou diários até. A gente está vendo que essa é uma das tendências. Outra tendência é que não vai dar para você operar transporte lotado do jeito que a gente estava acostumado. Porque vai se impor uma distância mínima entre os passageiros e dificilmente você vai ter ônibus lotado, vai ter de se operar o ônibus com uma lotação muito menor do que antes e as pessoas vão ter de ser impedidas de entrar em um ônibus se ele já estiver acima de uma certa capacidade. Isso também vai requerer das empresas que operam uma outra forma de operar, talvez com mais veículos e isso vai ter um impacto em todo o sistema. Vai mudar bastante o transporte público nas cidades. E uma última tendência é que muitas cidades estão aproveitando isso para estimular mais o transporte ativo: andar na rua e também abrindo mais espaço para bicicletas. Flávia: Roberto, até a minha próxima pergunta era bem nesse sentido. Se com essas mudanças de cenário, de mais agilidade na mudança de demandas e de não aglomeração se isso abrirá espaço para crescimento de outros modais, como é que a gente pode imaginar essa transformação. E uma dessas transformações é por aí, né? Mais bicicleta, mais caminhadas. Speicys: É, porque a gente está numa encruzilhada agora. O transporte por veículo particular, já ficou provado, tem um problema em termos de sustentabilidade, de poluição, de emissões e etc. Todas as cidades que estavam desenvolvendo uma mobilidade mais sustentável estavam estimulando o transporte coletivo, porque ele é mais eficiente e gera menos emissões por passageiro transportado. Era uma forma de tornar as cidades mais sustentáveis a longo termo transportar as pessoas diminuindo as emissões atmosféricas e o ataque ao meio ambiente. Mas agora com a pandemia o transporte público também tem problemas. E, agora, não dá mais para transportar a mesma quantidade de pessoas de antes com a mesma quantidade de veículos, a gente vai ter que diminuir ou aumentar a quantidade de veículos e tal. Então, como a gente equilibra essa necessidade de transportar pessoas em grande número, reduzindo de emissões atmosféricas e sem ter aglomerações que propiciem a propagação de vírus? E aí tem muita cidade chegando num consenso para resolver a equação em que a solução é a bicicleta. Com a bicicleta, você não tem as emissões que o veículo particular gera e você também não tem aglomeração, você faz a viagem a uma distância razoavelmente grande da outra pessoa. Você não está sujeito a ser infectado, diminui muito a chance de você pegar uma doença infecciosa. Esse é um caminho que algumas cidades estão adotando. Buenos Aires agora converteu algumas faixas de ônibus, porque tem menos ônibus em circulação, em ciclovias para as pessoas que precisam se deslocar terem mais espaço para se deslocar de bicicleta. Uma outra tendência é a redução no número de viagens simplesmente. Muitas pessoas vão deixar de fazer algumas viagens porque perceberam que não precisam, por exemplo, ir todo dia ao escritório, ou que podem fazer algumas reuniões remotamente. Alguns deslocamentos durante o dia para fazer uma reunião vão desaparecer. No geral, vai ter uma redução da quantidade de viagens feitas por dia nas cidades. Flávia: Legal, Roberto. De uma forma geral, o que é certo é que alguma transformação vai haver, né? Isso é certeza. E que todo mundo vai ter que experimentar, juntar dados e muita informação. Muita informação e muita tecnologia para ajudar a encontrar esse tipo de saída. Speicys: Porque a gente vai ter que aprender fazendo, não é? São várias situações que são novas e não existe um histórico de operação de rede de mobilidade, não existe uma tradição em que você consiga se apoiar para tomar uma decisão, para falar "olha, é um bairro que sempre foi assim ou é uma avenida que sempre foi assada". Porque mudou tudo de repente, a gente está numa outra realidade, e não tem histórico de operação e de uso da cidade nessas condições. Às vezes, em algumas cidades mais antigas, elas já têm uma rede de transporte estabelecida e você já tem um monte de comportamento que são conhecidos, da prática da operação, da cidade no dia a dia. Mas mesmo essas cidades hoje estão vivendo um cenário inédito. Então, o jeito mais rápido de aprender é você coletar a maior quantidade de dados enquanto a cidade está funcionando para poder entender essa nova realidade e como você organiza a cidade, como as pessoas se organizam e como os serviços aos cidadãos são organizados nessa nova realidade que está surgindo. Como eu falei, não é uma nova realidade, porque a gente vai ter medidas que vão criar novos usos da cidade à medida que os serviços foram restabelecidos. Então, vão ser várias novas realidades que vão surgir nas cidades, que vai ter de se adaptar a todas elas. Flávia: Legal, Roberto, muito obrigada pela sua participação e até uma próxima, pessoal. Speicys: Imagina, eu que agradeço, obrigado pela oportunidade e a gente se vê num outro episódio. Tchau, tchau.
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Edge Computing
Na borda da transformação
Mai de 2020
O consumo de internet se intensificou de muitas maneiras por conta do enfrentamento da pandemia do coronavírus e do isolamento social a que muitos estão submetidos. Estamos nos comunicando, trabalhando, nos divertindo, comprando, aprendendo pela internet. Nós já vivemos na era da internet das coisas (IoT) há alguns anos, mas com o desafio atual nossa demanda por conectividade disparou.
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Cidades Inteligentes
O desafio de gerir smart cities
Jan de 2020
Mais de dois terços da população do planeta viverá nas grandes cidades até 2050, projeta a ONU, o que torna ainda mais desafiante a gestão de metrópoles. Hoje, metade da população brasileira (118,9 milhões de pessoas) mora em 6% das cidades do país (317 municípios). Recente Pesquisa da Nossa São Paulo sobre a qualidade de vida na capital paulistana, divulgada no dia 22, por ocasião do aniversário dos 466 anos da cidade em 25 de janeiro, revela que 80% dos paulistanos têm orgulho de viver nela. São Paulo é rica, linda com inovação e conhecimento, cultura e arte.
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Sala Cofre
Sala-cofre certificada: as normas que regulamentam sua instalação e manutenção, e os testes aos quais é submetida
Nov de 2019
Fogo, fumaça, temperatura, gases corrosivos, impactos simulando a queda de escombros, e água provenientes do combate a incêndio, além dos demais riscos inerentes ao local tais como: acesso indevido, roubo, sabotagem, explosão, arma de fogo, água proveniente de vazamentos de tubulações ou de andares superiores, poeira e eletromagnetismo são riscos físicos derivados de um incêndio e que podem afetar os data centers caso eles não contem com a solução chamada sala-cofre. Tais condições são determinadas na norma NBR 11.515 e ISO 17000, que classificam e orientam sobre quais riscos devem ser considerados e também sobre os limites de emergência que garantam a proteção dos equipamentos de TI e suas informações.
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