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Em Data Centers Especializados, a carga chega a ser
3x maior
que a média de um Data Center normal
Data Centers Especializados
Nossas soluções para Data Centers Especializados se adequam as necessidades em termos de capacidade de processamento, segurança e espaço físico.
Criamos data centers customizados para atender aplicações específicas de alto processamento e densidade energética, como high density computing, supercomputadores e cryptomining. Operações dessa natureza requerem soluções de engenharia avançada incluindo:
Utilizamos soluções de Data Centers Modulares para garantir rápida implementação, flexibilidade, segurança física e alta densidade energética, características necessárias em ambientes de computação especializada.
Assessment
Identificação e documentação das necessidades e especificações do projeto.
Design
A arquitetura da solução, em plataforma BIM, customizada conforme especificação.
Implementação
Gestão e execução do projeto centralizando as diferentes disciplinas.
High Density Computing
Com o aumento da necessidade de processamento e os avanços em virtualização, é crescente a procura por Data Centers Especializados para processamento em alta densidade energética, onde a carga por rack chega a ser 3x maior do que a média de um data center normal. Sendo assim, é necessário o design específico desse ambiente e a utilização de tecnologias que suportem um nível diferenciado de potência.
Usamos tecnologias de ponta, como UPS modulares ao nível de rack e refrigeração por enclausuramento com o uso de gases de alta performance, para garantir a eficiência energética e confiabilidade da solução.
Supercomputador
Um computador com altíssima velocidade de processamento e grande capacidade de memória tem aplicação em áreas de pesquisas militares e científica.
O supercomputador requer uma infraestrutura dedicada por se tratar de um sistema complexo, em que temos diferentes tipos de componentes como Storage, Processamento, Rede e GPUs, formando assim um ambiente térmico não homogêneo.
Para balancear esse fator, é necessário um design da infraestrutura que utilize soluções otimizadas de arrefecimento. Exemplos dessas são enclausuramento térmico, In-Row Cooling e Rear and Front Liquid Cooling, que permitem o arrefecimento focalizado nas maiores cargas térmicas, como os hardwares de processamento e GPUs.
Cryptomining Farm
São Data Centers compostos de hardwares customizados desenvolvidos para uma aplicação específica (ASICs). A principal característica desses hardwares é o seu tamanho reduzido e sua alta capacidade de processamento.
Devido à alta densidade e suas características diferenciadas, é necessário um redesenho do formato dos racks e a utilização de refrigeração de alta eficiência como a tecnologia Two Phase Immersion Cooling. Essa tecnologia prolonga a vida útil dos equipamentos e diminui drasticamente o consumo de energia, garantido assim o retorno do investimento.
Vapor condensa na evaporadora ou na tampa.
Fluido recircula passivamente.
Vapor se eleva ao topo.
O calor gerado pelo chip transforma o fluido em vapor.
Benefícios e diferenciais da nossa solução
Altíssima Performance
Trabalhamos com as tecnologias mais avançadas em busca de entregar soluções adequadas para os mais altos workloads.
Postura Consultiva
Buscamos entender profundamente as necessidades do cliente para desenhar as soluções mais apropriadas.
Eficiência & Sustentabilidade
Somos pioneiros na implementação das tecnologias mais avançadas de eficiência energética e sustentabilidade para a infraestrutura de TI na América Latina.
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Entregamos soluções customizadas end to end preparadas para a sua necessidade da TI.
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Leia Também

A importância da manutenção pós-garantia do data center - Episódio 16

Fabiano: Olá, seja muito bem-vindo, bem-vinda a mais um episódio do podcast greenTALKS. Este conteúdo está disponível nos nossos canais da green4T no Spotify, no YouTube e também em nosso blog Insights. O tema deste podcast são os serviços de manutenção pós-garantia para equipamentos, componentes e peças de data center. Vamos falar sobre essa solução e sua relevância para as empresas e organizações. Para esta conversa, convidamos Juan Antonio Reybaud, Especialista em Serviços de Tecnologia e Infraestrutura da green4T e que fala conosco direto de Buenos Aires. Juan, muito obrigado pela sua presença e por aceitar o convite. Juan: Olá, obrigado a vocês pelo convite! Fabiano: Só explicando, o Juan é argentino, mas com família brasileira, então, eventualmente vamos ajudá-lo em algumas palavras para que todos nos compreendam da melhor forma. Juan: Eu acho que meu português está bem, visse, Fabiano? Fabiano: Está muito bom mesmo. Mas vamos lá: Juan, para começar, como podemos definir um serviço de manutenção pós-garantia para equipamentos de data center? Quando ele surgiu e como ele é encontrado no mercado hoje? Juan: Então, Fabiano, para começar a falar sobre a pós-garantia, eu acho que primeiro é necessário explicar um pouco do ciclo de vida do hardware. Uma vez comprado, ele vem com garantia de três a cinco anos, dependendo do fabricante. Quando essa garantia expira, o cliente pode renová-la, com preços que a cada ano vão incrementando de maneira exponencial. Uma vez que essa extensão de garantia chega ao fim, o fabricante decreta uma renovação ou uma data de ´end of service life. Quando as renovações finalizam, o equipamento chega nessa data de fim da vida útil. Então, a partir dali, o cliente tem duas opções: ou compra um equipamento novo e faz um refresh do data center, ou continua usando o equipamento sem o suporte da fabricante. E não é novidade que o principal objetivo do fabricante é, uma vez decretado esse fim de vida útil, orientar o cliente a fazer a renovação com a compra de um equipamento novo. O serviço de pós-garantia é basicamente uma garantia estendida sobre storage, servidores ou equipamentos de networking que estão dentro desse ambiente de TI, de data center. É um serviço que pode começar ao final da garantia inicial ou mesmo quando se decreta o fim da vida útil. Com respeito ao surgimento, este é um modelo de serviço que nasce na década de 1990, quando um grupo de ex-funcionários dos principais fabricantes acharam esse nicho de mercado, uma oportunidade nascida da necessidade justamente de muitas empresas de continuarem usando os equipamentos após essa data que determina o fim da vida útil pelo fabricante. Este é um serviço relativamente novo para a nossa região, apesar de ter mais de 30 anos de funcionamento nos Estados Unidos. O verdadeiro boom deste modelo foi após ele ser publicado no Market Guide for Data Centers, em 2016. A partir dali, esse modelo teve um crescimento exponencial. Fabiano: Perfeito, vamos aproveitar que isso é algo relativamente novo aqui na região para explicar como funciona na prática este serviço? Juan: Na “prática” funciona como uma apólice de seguro. É um serviço que inclui todas as peças de reposição, caso exista algum incidente, junto com o serviço técnico especializado para deixar o equipamento em funcionamento caso exista algum tipo de problema com ele. Junto a isso, existe a possibilidade que alguns fornecedores oferecem de associar uma solução ou uma ferramenta de monitoramento automatizado para detectar de forma proativa qualquer falha que possa acontecer, abrindo um chamado automaticamente e informando para o engenheiro e para o cliente qual o tipo de incidente. Uma vez avisado, a ferramenta aciona automaticamente essa visita técnica e um engenheiro é enviado para o cliente para solucionar o incidente em questão. Fabiano: Certo, vamos entender, então, quais as vantagens em se adotar um serviço de manutenção pós-garantia de data center, Juan? Juan: Eu vejo uma vantagem operacional em ter toda a experiência simplificada que esse tipo de modelo oferece aos gestores de TI. É um ponto único de contato para resolver todas as incidências, independentemente da marca ou do equipamento. Aí outra grande vantagem é que o end of service life, ou fim da vida útil, não é mais um limite derradeiro para o uso do equipamento. Mas eu acho que as vantagens mais importantes são a financeira – que é uma redução imediata do output ou custos operacionais – e o alívio no capex, na hora de postergar esse refresh do equipamento. Assim, você otimiza o uso e destina o capex em outros projetos dentro do departamento ou da área de TI. Fabiano: Perfeito, Juan. Bem, acredito que possa haver uma noção equivocada de quem nos ouve de que este é um serviço que só serve para as grandes empresas. Isso é verdade? Juan: Não, toda empresa que tem a infraestrutura on premise, ou seja, servidores, storage ou equipamentos de networking, independente do porte e do tamanho do parque, tem grandes benefícios na hora de contratar esse tipo de serviço. Toda a área de TI que precisa prolongar a vida do data center, é um potencial cliente desta solução. Tanto empresas privadas, como organismos públicos. Só para te dar uma referência, 90% das empresas da lista Fortune 500 e 30 empresas da Forbes 100 incluem esse tipo de serviço na sua estratégia de manutenção de data center. Eu tenho um case para comentar que é bem recente: no Japão, uma importante empresa do setor de serviços financeiros teria de lidar com um iminente refresh ou atualização de compra de equipamentos novos, dos seus equipamentos de rede a um custo de US$ 40 milhões. Os gestores consideraram várias opções e perceberam que precisavam de mais tempo para tomar uma decisão. Foi quando contrataram um serviço de manutenção pós-garantia e, assim, conseguiram adiar os custos de capital e ganhar o tempo necessário para fazer uma avaliação mais correta sobre onde gastar o dinheiro. Muitas organizações públicas usam esse tipo de serviço, desde prefeituras locais até a maior agência aeroespacial do mundo dos Estados Unidos. Vale para todo mundo. Fabiano: É uma solução com um espectro muito amplo, não? De uso e de acesso. Juan, para entender e para finalizar, por que é tão importante empresas, organizações de qualquer, tamanho buscarem esse tipo de serviço? Juan: Então, eu acredito que todo serviço que ajude na otimização do budget é essencial. Ainda mais hoje em dia, na situação e no contexto em que todo mundo está vivendo, ter um parceiro que possa oferecer esse serviço com a qualidade melhor ou igual ao dos fabricantes e, além disso, representar uma economia de 30% a 50%, é um grande diferencial. As maiores consultoras de TI do mundo recomendam considerar a estratégia de manutenção híbrida, com a fusão entre o suporte do fabricante e um parceiro que consiga oferecer esse tipo de serviço de manutenção pós-garantia. E eu acho muito importante, Fabiano, ressaltar que o parceiro não vem para substituir o fabricante, mas para complementar a estratégia de manutenção e atuar onde o fabricante deixa de atuar. Fabiano: Realmente, economia de 30% a 50% não é algo desprezível nem agora e nem em momento nenhum! Muito bem, acho que a gente conseguiu dar em um bom panorama do que é essa solução e eu gostaria, então, de agradecer: conversamos aqui com o Juan Antonio Reybaud, que é Especialista em Serviços de Tecnologia e Infraestrutura aqui da green4T, sobre o serviço de manutenção pós-garantia para equipamentos de data center. Para quem gostou do podcast e também gostou do sotaque pernambucano e argentino, uma mistura muito bacana, esse foi o nosso grande especialista Juan, a quem eu agradeço a presença. Juan: Eu que agradeço a vocês, Fabiano, muito obrigado pela oportunidade. Fabiano: Então é isso, espero que você também tenha gostado deste podcast, curta bastante, compartilhe este e outros conteúdos relevantes sobre tecnologia que postamos no blog INSIGHTS, no site da green4T, e também em nossas mídias sociais. Muito obrigado e até breve!
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Como evitar os danos gerados pelo incidente no maior provedor de nuvem da Europa?

Quando as chamas que consumiram quase metade do complexo de data centers francês OVHCloud – o maior provedor de computação na nuvem da Europa –, foram controladas, na manhã do dia 10/03 deste ano, uma pergunta invadiu os pensamentos de gestores de tecnologia e CIOs das empresas pelo mundo afora: será que a minha infraestrutura de TI está segura e livre deste tipo de catástrofe? Naquela altura, enquanto mais de 100 bombeiros faziam o rescaldo do fogo que consumiu por completo cinco pavimentos de um dos quatro centros de dados da planta em Strasbourg, o comitê gestor de risco da empresa francesa entrava em contato com os clientes – bancos, indústrias, varejistas online e órgãos governamentais de países como o Reino Unido, a Polônia e a própria França – para dar orientações quanto a implantação dos seus planos de recuperação de desastres (Disaster Recovery Plan). Foi uma noite longa e um dia seguinte tenso para tentar remediar o impacto de um evento que deixou dezenas de milhares de sites e aplicações inoperantes num piscar de olhos. Passado mais de um mês do acidente, as causas do incêndio ainda não foram identificadas pela polícia local e isso tem feito aumentar o nível de inquietação de acionistas e stakeholders de companhias cujo core do negócio está intimamente ligado ao processamento de dados. A preocupação tem razão de ser: em um mundo cuja economia está cada vez mais data centric, proteger devidamente a integridade dos dados não é atributo, mas uma exigência de quem tem bilhões de dólares a perder.
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